- O relacionamento com pessoas continua a ser deficiente e problemático;
- A linguagem continua muito limitada;
- Melhora as respostas a estímulos sensoriais;
- Revela dificuldades de abstracção;
- Persiste o não envolvimento emocional;
- A afectividade permanece ausente;
- Continua alheia e emocionalmente distante;
- Em alguns casos, comunica de forma desconexa e irrelevante;
- Pode ser impulsiva, ou ter pouco auto-controlo.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Dos 6 anos à adolescência
Dos 2 aos 3 anos
- Mostra interesse pela estimulação de áreas especificas, por exemplo o som;
- Observa atentamente e de forma muito próxima objectos em movimento;
- Os membros, em especial, as mãos, passam a apresentar maneirismos variados;
- A observação dos próprios dedos torna-se constante e repetitiva;
- Sacode vigorosamente as mãos e/ou os dedos como se estivesse a escrever no teclado;
- Mostra pouco ou nenhum interesse pelos brinquedos, manuseando-os de forma estranha;
- A imaginação esta pouco desenvolvida, ou até mesmo ausente;
- Revela desinteresse pelo contacto inter-pessoal;
- Quando quer alcançar algo, não pede, move a mão da pessoa e usa-a para alcançar o objecto desejado.
Dos 6 aos 12 meses
- Recusa a introdução de alimentos sólidos;
- Apresenta dificuldades em sentar-se, gatinhar (ocasionalmente, pode estar adiantada);
- Não é afectuosa;
- Não tem medo de pessoas estranhas;
- Não bate palmas;
- Tem dificuldade em articular algumas palavras simples;
- Não olha nem aponta para os objectos.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Desenvolvimento cronológico da síndrome
As características da criança autista manifestam-se a partir do seu nascimento. A criança é descrita como estranha, pois raramente chora, não reage à companhia da mãe e, aparentemente, não necessita de estimulação. É então, tida como uma criança sossegada. Todavia, há casos em que se sucede o oposto: a criança manifesta-se irritável e reage exageradamente a qualquer forma de estímulo.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Conhecer o Instituto
terça-feira, 8 de abril de 2008
Qual a diferença entre uma psicoterapia, psicanálise e orientação?
Em linhas gerais, todas são técnicas que visam a ajudar um indivíduo, cada uma tendo as suas vantagens e limitações.
Existem formas diversas de psicoterapias, sendo a psicanalítica a mais divulgada e predominante no nosso meio. Poderíamos situar a psicanálise e a orientação em extremos opostos.
A psicanálise, resumidamente, exige que todo o trabalho seja feito pelo paciente, que ele desenvolva uma capacidade de introspecção e auto-análise e que ele conduza a sua terapia trazendo temas e problemas. Já a orientação é directa e objectiva, visando, especificamente, aos problemas dos pais, orientando-os no manejo do dia-a-dia do filho, ensinando-lhes como lidar com situações variadas.
Em resumo, de um lado a descoberta por si só, de outro o ensino, utilizando-se as mais diversas psicoterapias. O ideal seria que o terapeuta conhecesse e soubesse usar todas as técnicas ajudando, assim, mais abrangentemente o seu cliente. Em outras palavras, em vez de vender roupas prontas nas quais o freguês talvez não caiba, o bom seria o terapeuta ser um alfaiate que pudesse desenvolver uma terapia sob medida, pois cada caso é um caso e apesar de semelhanças e generalidades o ser humano é único e exclusivo.
O tratamento também deve ser assim.



